una vita veloce

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  • 1 month ago > screenshotsofdespair
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a porta está aberta, o tapete está colocado
abaixo dele não existe nada além do chão frio, não há espaço para nada ser escondido
não há mais cama e cobertor que funcionem como abrigo
não há mais singular, tudo é plural
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a porta está aberta, o tapete está colocado

abaixo dele não existe nada além do chão frio, não há espaço para nada ser escondido

não há mais cama e cobertor que funcionem como abrigo

não há mais singular, tudo é plural

  • 2 months ago
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  • 2 months ago > screenshotsofdespair
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tirando - silenciosamente - a poeira e empurrando pra debaixo do tapete
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tirando - silenciosamente - a poeira e empurrando pra debaixo do tapete

  • 3 months ago
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não sei
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não sei

  • 7 months ago
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se sobrar tempo, vaga, espaço, oportunidade, chance, vontade, e com um pouco sorte ai sim quem sabe, não é verdade?

esperar x esperar = derreter aos poucos

tô esperando e derretendo, tão breve sumirei.

  • 8 months ago
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  • 8 months ago
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Vícios de rotina

Entre 22h30 - 23h30, até 0h, eu penso ser a hora que a clareza me abate, é quando sinto mais forte o que é real, seja bom ou ruim, está perto de dormir, demoro pra pegar no sono algumas vezes e fica aquela sensação de estou acordada? x estou dormindo? E no dia seguinte na primeira hora do dia continua, e a última hora do dia anterior as vezes se apaga.  Tenho dormido bem o bastante pra durante certo período me animar apenas pra isso, levantar e pensar no dormir. E em algum desses dias, entre esse horário eu consegui me abstrair o suficiente pra poder me enxergar como tenho sido de fato, que pode ser definido como algo parecido com isso:

“do the evolution: quer maior paradoxo que isso?”

A grosso modo, eu posso dizer que não convivo ‘fisicamente’ com ninguém dadas as exceções, que no meu mundo se chamam de finais de semana, mas se tivesse alguém do lado observando como eu me porto desde quando acordo até o final do dia, isso desde quando não consigo me lembrar claramente, provavelmente concordaria com essa imagem colei.

Como todo mundo, tem certos momentos que crio vícios de rotinas, coisas que eu faço antes de qualquer outra coisa, todos os dias, meu atual vicio de rotina é manter minha caixa de spam vazia e olhar a cada 3 minutos pra ver se aquele e-mail que não vai vir nunca vai chegar. Eu sei que não vai, mas no entanto eu continuo mantendo a caixa de spam limpa e tirando o peso da consciência de ‘não veio, não foi desatenção minha de não ter visto’, realmente, é uma culpa a menos.

Esse é um primeiro vício de rotina: o e-mail.

Outra coisa que me persegue a ponto de imaginar meu f5 apagado daqui uns dias são as abas que mantenho abertas ao longo do dia, procurando o que não vou achar, me fazendo pensar em todas as possibilidades que tenho, e de fato, elas existem, o ponto é que não quero recorrer a elas. Fica o ritual rotineiro: limpar spam, f5, café com leite, incomodo que lembra gastrite e dura um 2 minutos e simplesmente passa. E assim segue, esse é meu vicio de rotina, fico ‘ligada’ o dia inteiro, ou é desktop, ou notebook, ou celular. Preciso sempre ter certeza que não foi desatenção minha, é apenas falta de sorte. Ou pra quem não é cético, eu não sou, bem pelo contrário (mesmo esse ano tendo sambado na minha cara diversas vezes e persistindo), imaginar algum tipo de provação, em que depois serei recompensada, até o momento que os vícios retornarão renovados, minimizados, piorados, mas de todo modo vão acabar voltando.

  • 9 months ago
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“Eu não fico com raiva. Eu tendo a internalizar. Não posso expressar raiva, é um dos meus problemas. Em vez disso, alimento um tumor.”

É a frase que estava na minha cabeça. Está. Fica sempre.

Mas no meu caso, a raiva expressada, é a raiva cansada, a raiva antiga, não a de ontem, nem a de hoje, a que vem de muito tempo, aquela raiva que me esgota e faz ter vontade de ir embora, simplesmente desistir. Não desisto pela auto critica e o que molda o que faço na maioria das vezes: o bom senso e a cobrança pesada, a que funciona mais como uma espécie de âncora, que é o adjetivo que mais se encaixa, porque afinal é o que me prende ao que faço e ‘vivo’.


Queria falar sobre coisas interessantes, coisas importantes, mas só sei compartilhar o que tenho e o que sou, e as minhas impressões, das minhas visões mais simplistas ao que eu vejo e não compreendo, que necessariamente não é o mais complexo. O que sou não é muito, e o que tenho tão pouco, o que gostaria de falar é imenso mas a velocidade que me reprimo é gigante. Não sobrou espaço, não sobraram ouvidos, a confiança tem seguido o ritmo, só compartilho o que transborda o limite pra não explodir e o que sobra (de bom) eu comprimo e guardo, deixo curtindo, até vir uma nova bomba que tenho que repassar antes que exploda as coisas boas, ou que me consuma antes disso.


Purismo ranzinza, é a minha armadura oca. só o que tenho

  • 10 months ago
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  • 10 months ago
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About

tenho tendências a ser extremista no meu comportamento, nos meus sentimentos e em quase tudo que acredito, então a grosso modo eu posso dizer que só me existe amor, ódio e indiferença. quem eu amo, sabe que é amado. quem eu odeio, sabe que é odiado. e a indiferença... você finge que eu não existo e eu sigo fingindo o mesmo

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